Parte 1Entenda a classificação do seu país
No Brasil, a Classificação Indicativa é responsabilidade do Ministério da Justiça e Segurança Pública. As faixas são Livre (L), 6, 10, 12, 14, 16 e 18 anos. A faixa de 6 anos é recente: entrou no sistema no fim de 2025, junto com regras novas para aplicativos. Os critérios analisados são sexo e nudez, violência, drogas e, agora, interatividade.
Quando você vê "AL", "A10" ou "A12" na Netflix ou no Disney+, o "A" indica autoclassificação: a própria plataforma atribuiu a faixa de forma provisória, com validação posterior do Ministério. Na prática funciona bem, mas aquela nota ainda não passou pela análise definitiva do órgão federal.
Vale lembrar que a classificação brasileira é orientativa, não proibitiva. O objetivo declarado é informar as famílias, não censurar — a decisão continua sendo sua.
Em Portugal, a classificação fica a cargo da Comissão de Classificação de Espetáculos, com os escalões M/4, M/6, M/12, M/14, M/16 e M/18. Um filme americano PG-13 pode aparecer como 12 ou 14 no Brasil e M/12 ou M/16 em Portugal. Não são equivalências exatas: cada país pesa violência, nudez e linguagem de formas diferentes.